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09/09/2026

MERCADO AGRÍCOLA REGISTRA QUEDA AMPLA NOS GRÃOS

Os mercados agrícolas encerraram esta quarta-feira (9) com predominância de baixas entre os principais grãos e derivados. A soja, o milho e o trigo recuaram nas bolsas internacionais, enquanto o dólar avançou frente ao real. As informações são da TF Agroeconômica e correspondem aos fechamentos de 9 de setembro de 2026. TRIGO TEM QUEDAS EM CHICAGO, KANSAS, MINNEAPOLIS E PARIS O trigo registrou perdas generalizadas nos principais mercados internacionais. Em Chicago, o contrato de setembro caiu 2,60%, para 711,25, enquanto dezembro recuou 2,44%, para 728,75. O vencimento de março de 2027 caiu 2,27%, para 744,25. Em Kansas, as baixas ficaram entre 1,47% e 1,62%. Já em Minneapolis, os recuos variaram de 0,27% a 0,80%. Na Bolsa de Paris, o contrato de setembro caiu 2,70%, para 234,25, enquanto dezembro e março de 2027 recuaram 1,01% e 0,71%, respectivamente. SOJA TAMBÉM FECHA EM BAIXA A soja negociada em Chicago acompanhou o movimento negativo. O contrato de setembro caiu 0,56%, para 1.295,25. Os contratos de novembro e janeiro de 2027 recuaram 0,51%, encerrando a 1.309,50 e 1.325,25. Entre os derivados, o farelo de soja foi destaque positivo, com altas entre 0,44% e 0,52% nos três principais vencimentos. Já o óleo de soja terminou o dia em queda, entre 0,18% e 0,24%. MILHO RECua NO MERCADO INTERNACIONAL E NA B3 O milho também terminou o dia em baixa. Em Chicago, setembro caiu 0,64%, para 507,75. Dezembro recuou 1,08%, para 527,75, enquanto março de 2027 perdeu 1,05%, encerrando a 543,25. Na B3, os contratos também registraram perdas. Setembro caiu 0,21%, para R$ 71,04, novembro recuou 0,53%, para R$ 76,50, e janeiro de 2027 terminou com baixa de 0,17%, a R$ 80,15. DÓLAR AVANÇA Na contramão dos principais grãos, o dólar encerrou o dia em alta de 0,51%, cotado a R$ 5,1116. O movimento da moeda é um dos fatores que influencia a formação dos preços agrícolas no mercado brasileiro, especialmente em produtos com forte participação no comércio exterior. Fonte: Agrolink / TF Agroeconômica Redação: Agro LINCE

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06/09/2026

49ª Expointer encerra com R$ 6,18 bilhões em negócios e mais de 909 mil visitantes

A 49ª Expointer chegou ao fim neste domingo (6), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, com números expressivos. Ao longo dos nove dias de evento, a feira movimentou R$ 6,18 bilhões em negócios e recebeu mais de 909 mil visitantes. O balanço foi divulgado durante uma coletiva de imprensa realizada no auditório do governo do Estado, no Pavilhão Internacional. O número de visitantes considera a movimentação registrada até as 14h deste domingo. A feira permaneceu aberta ao público até as 20h. O segmento de Máquinas e Implementos Agrícolas foi responsável pela maior parcela dos negócios, alcançando R$ 5,46 bilhões em vendas. O setor automobilístico movimentou R$ 668,7 milhões, enquanto o artesanato registrou R$ 2,1 milhões em comercializações. A Agricultura Familiar também teve participação de destaque. O pavilhão dedicado ao segmento contabilizou R$ 14,4 milhões em vendas e reuniu 509 empreendimentos expositores, com forte presença de agroindústrias. Na programação voltada aos animais, foram registrados 7.926 exemplares inscritos em competições e exposições, entre animais rústicos e de argola. 50ª Expointer já tem data marcada Durante o encerramento da edição deste ano, o governo do Estado também confirmou as datas da próxima Expointer. A 50ª edição da feira será realizada de 28 de agosto a 5 de setembro de 2027, novamente no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A próxima edição marcará os 50 anos da Expointer, consolidando a feira como um dos principais eventos do agronegócio e da economia do Rio Grande do Sul. Fonte: Rádio Solaris Foto - fonte:Canal Rural

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03/09/2026

PARANÁ ACELERA PLANTIO DA PRIMEIRA SAFRA DE MILHO

O plantio da primeira safra de milho 2026/27 avançou nas últimas semanas no Paraná, favorecido pelas chuvas regulares e bem distribuídas. Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), mais de 67 mil dos 373 mil hectares previstos para o Estado já foram semeados, o equivalente a 18% da área estimada. O ritmo dos trabalhos está próximo ao observado em safras anteriores e dentro do período considerado adequado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC). ## REGIÃO SUL CONCENTRA MAIOR PARTE DA ÁREA A região mais ao sul do Paraná concentra mais de 57% da área prevista para a primeira safra. O Sudoeste aparece na sequência, representando pouco mais de 24% do total. Entre os municípios, Ponta Grossa lidera a área destinada ao cultivo, com previsão de 72,8 mil hectares, quase 20% de toda a área estadual. Guarapuava ocupa a segunda posição, com pouco mais de 59 mil hectares, correspondendo a aproximadamente 16% da área estimada. Com as condições climáticas favoráveis e a umidade adequada no solo, os produtores paranaenses conseguiram acelerar a semeadura. Até o momento, o plantio segue dentro do calendário esperado para a primeira safra de milho 2026/27. Fonte: Agrolink / Deral-Seab Redação: Agro LINCE

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06/08/2026 - EVITE FALHAS NO PLANTIO: ADUBAÇÃO CORRETA É FUNDAMENTAL PARA O SUCESSO DO FEIJÃO

A adubação realizada no momento do plantio é uma das etapas mais importantes para garantir o bom desenvolvimento da lavoura de feijão. Quando feita de forma adequada, ela favorece a emergência das plantas, fortalece o sistema radicular e contribui para uma maior produtividade ao longo do ciclo. Especialistas destacam que a definição da quantidade de fertilizantes deve ser baseada em uma análise atualizada do solo, permitindo identificar as necessidades nutricionais de cada área e evitar tanto a deficiência quanto o excesso de nutrientes. FÓSFORO É ESSENCIAL NO INÍCIO DO DESENVOLVIMENTO Entre os principais nutrientes utilizados na adubação de base, o fósforo é considerado indispensável para o desenvolvimento inicial do feijoeiro. Ele estimula a formação das raízes, favorece o florescimento e contribui para o melhor aproveitamento dos nutrientes ao longo do ciclo da cultura. O potássio também desempenha papel importante, auxiliando na resistência das plantas aos estresses climáticos e no equilíbrio hídrico. Já o nitrogênio pode ser utilizado em menores quantidades no plantio, sendo comum complementar sua aplicação durante o desenvolvimento da lavoura. Além dos macronutrientes, micronutrientes como zinco, molibdênio e boro podem ser necessários, principalmente em áreas com solos arenosos ou que apresentam histórico de deficiência. POSICIONAMENTO DO ADUBO FAZ DIFERENÇA Outro fator determinante é a forma como o fertilizante é aplicado. O recomendado é que o adubo seja depositado abaixo e ao lado da semente, evitando o contato direto. Quando o fertilizante fica muito próximo da semente, principalmente em doses elevadas de nitrogênio e potássio, pode ocorrer a chamada "queima", comprometendo a germinação e reduzindo a população de plantas na lavoura. ANÁLISE DO SOLO É A MELHOR FERRAMENTA Antes do plantio, a realização da análise química do solo permite definir a necessidade de calagem, gessagem e adubação, tornando o manejo mais eficiente e reduzindo desperdícios. Essa prática também ajuda o produtor a corrigir possíveis deficiências nutricionais e a melhorar o aproveitamento dos fertilizantes aplicados. REGULAGEM DOS EQUIPAMENTOS TAMBÉM É IMPORTANTE Além da escolha dos fertilizantes, a regulagem da plantadeira influencia diretamente nos resultados. Uma distribuição uniforme do adubo ao longo do sulco garante maior eficiência na nutrição das plantas e reduz falhas no estabelecimento da lavoura. Após a emergência, é importante acompanhar o desenvolvimento das plantas, observando o vigor, a uniformidade do estande e possíveis sintomas de deficiência nutricional. Esse monitoramento permite realizar ajustes no manejo e aprimorar os resultados nas próximas safras. Fonte: AgroLink. Redação: Agro LINCE.

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